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Pão de Açúcar e Carrefour em Campina
Certamente o ano de 2007 vai registrar a chegada de grandes investimentos comerciais em Campina Grande, quando duas das maiores empresas do ramo comercial vão se instalar na cidade, oferecendo milhares de empregos diretos e indiretos.
Campina vai ganhar uma unidade do Pão de Açúcar e outra do Carrefour. Isso sem falar na C &A, que já está se instalando, e nas Lojas Americanas, que também deverão chegar em breve.
Com a chegada destas grandes empresas o setor comercial sofrerá mudanças, especialmente em sua parte física. O Carrefour, por exemplo, vai se instalar onde hoje é a Caranguejo (perto do Açude Velho e bem ao lado do Hiperbompreço). A Caranguejo vai para o distrito industrial.
Já o Pão de Açúcar vai se instalar onde hoje é a Cavesa (também perto do Hiper). A Cavesa vai se mudar para a avenida Brasília.
A C & A está se instalando na rua Maciel Pinheiro, no centro, e há informações ainda não confirmadas de que as Lojas Americanas deverão ficar na rua Severino Cruz (em um prédio onde até pouco tempo funcionou um comitê político) e bem ao lado de onde ficará o Pão de Açúcar (também pertinho do Hiper) e que as lojas Riachuelo também procuram um grande edifício no centro para se instalar.
O local vai se transformar num verdadeiro triângulo comercial, atraindo gente de todas as partes e impondo a concorrência e a lei da oferta e da procura como moeda corrente.
Cartões
E por falar em C & A, ela colocou um verdadeiro batalhão de jovens nas ruas, para fazer cartões junto à população. São nada menos que 180 pessoas, cada uma com a meta diária de preencher 25 propostas. Dos 180 jovens que hoje estão abordando os futuros clientes da C & A nas ruas, ao menos 80 já estão com emprego garantido na citada empresa.
Renato
Depois de ter seu nome num estádio de futebol em Campina Grande, o empresário Renato Cunha Lima será homenageado no próximo ano, pelo setor esportivo estadual, tendo seu nome no troféu do Campeonato Paraibano. A decisão já foi tomada pela Federação Paraibana de Futebol.
Mudança
A empresa Telemar está mudando. Não de lugar, mas de nome. Ela vai se chamar agora Oi Participações, reunindo várias empresas. Toda a mídia da empresa foi suspensa até que o nome seja oficializado e ela possa novamente investir em propaganda. Com as mudanças espera-se que, pelo menos, os serviços também melhorem.
Insegurança
Depois que o Exército colocou uma cerca elétrica ao redor do prédio do 31º Batalhão de Infantaria Motorizado, no bairro da Palmeira, em Campina Grande, agora foi a vez da delegacia da Polícia Rodoviária Federal também investir em segurança. Ela, que funciona na avenida Brasília, contratou uma empresa de segurança particular para ficar no local durante o expediente.
Se quem tem poder de proteger e cuidar age dessa forma, imagine como não está se sentindo o cidadão comum, que nem pode andar armado...
Alerta
Atenção companheiros, vamos atualizar as mensalidades da ACI.
Escrito por Apolinário Pimentel às 11h23
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Tá acontecendo alguma coisa...
É de pura expectativa o atual clima nos bastidores políticos da Paraíba, com relação a vários fatores. E como não poderia ser diferente, Campina Grande é um dos focos dessa ebulição, com o surgimento de diversos comentários. Um, entre eles, tem causado reboliço. Trata de uma possível mudança de secretários no governo municipal, que já estaria em curso.
Por enquanto ninguém confirma, nem nega. O fato é que alguns nomes já estão circulando na boca do povo como passíveis de demissão, embora os motivos ainda não sejam conhecidos oficialmente, apesar de já comentados.
Tudo estaria ligado ao comportamento político-administrativo (e até colorido) de alguns assessores do prefeito, que não estariam agradando na administração. Comenta-se que a qualquer momento as mudanças serão anunciadas e os motivos abertamente divulgados.
O fato é que, boatos a parte, que tá acontecendo alguma coisa, tá...
Lá e cá
O vice-presidente do PT de Campina Grande, Basílio Carneiro, tem condenado a participação do vereador Paulo de Tarso (sem partido) na Comissão Parlamentar de Inquérito instalada na Câmara Municipal de Campina, que objetiva investigar supostas irregularidades da atual administração. O motivo seriam as denúncias contra Paulo, de improbidade administrativa quando presidente do Ipsem, no governo de Cozete Barbosa.
Cá e lá
Paulo disse que de acordo com o Regimento Interno da Casa, ele não tem nenhum impedimento legal para presidir a CPI, já que não é parte envolvida no caso, não é parte interessada no assunto, já que não foi citado, e muito menos testemunha. Portanto, ele garante que nada impede que presida a CPI.
Estado grave
A questão do atendimento de saúde nos hospitais públicos da Paraíba vive um situação de estado grave, com a aproximação do fim do prazo (dia 14) para que os médicos ligados à cooperativa continuem atendendo. No Hospital Regional de Urgência e Emergência de Campina Grande seriam 350 atendimentos e 10 cirurgias, por dia, que deixariam de ser feitos. A direção do hospital garante que tudo está sendo feito para resolver o problema e evitar o caos. O fim das cooperativas médicas foi imposto pelo Ministério do Trabalho.
Escrito por Apolinário Pimentel às 19h23
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Tempo quente
Deverá esquentar - e muito - o clima político na Paraíba nos próximos dias, devido a divulgação de um relatório sobre uso de dinheiro público na última campanha eleitoral para o governo do estado. O relatório deve sair até sexta-feira e, segundo se comenta, haverá muitas surpresas. O assunto vai envolver compra de votos.
Campanha
Nem bem terminou a campanha eleitoral para o governo do estado na Paraíba, e já começam a aparecer nomes para a campanha de prefeito de Campina Grande, em 2008. Por enquanto já se cogitam os nomes do deputado federal eleito Rômulo Gouveia (PSDB), a filha do deputado federal Enivaldo Ribeiro, Daniela Ribeiro (PP), além do deputado Manoel Ludgério (PTB) e do deputado estadual eleito Romero Rodrigues (PSDB).
Um nome que corre por fora, mas que começa a ganhar força, é do do deputado federal eleito Efraim Filho (PFL), o quarto mais votado na Paraíba, com mais de 170 mil votos.
Campanha II
Outra campanha que também está dando o que falar é para presidente da Câmara Municipal de Campina Grande. A eleição deve se antecipada de janeiro para o final de novembro, e alguns nomes já foram lançados como candidatos. Entre eles Inácio Falcão (PDT), João Dantas (PTN) e Paulo Muniz (PSDB). Embora não haja pesquisas em torno das intenções de voto para a disputa, o nome de Paulo Muniz é o que mais ganha força no pleito. Ele conta inclusive com o apoio do atual presidente Romero Rodrigues.
Caso Confraria
O caso da Operação Confraria, que envolve o ex-prefeito de João Pessoa e senador eleito da Paraíba Cícero Lucena (PSDB) ganhou destaque nesta segunda-feira em Brasília, por conta do anúncio de um relatório da senadora Ana Júlia (PT-PA), que pretende apresentar suas conclusões nas próximas semanas e sugerir o encaminhamento dos dados levantados ao Ministério Público Federal na Paraíba.
O relatório vai mostrar que Cícero chega a Brasília sob a mira da Justiça e do próprio Senado, e que com base em auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão auxiliar do Congresso, e de investigações da Polícia Federal, a Comissão de Fiscalização e Controle encontrou uma série de irregularidades em pelo menos dez convênios com o governo federal que teriam sido assinados pelo tucano no período em que ele esteve à frente da prefeitura da capital paraibana (1997-2004).
Cícero Lucena - que já chegou a ser preso pela Polícia Federal devido ao caso - foi eleito para substituir o senador Ney Suassuna (PMDB) acusado da fazer parte da máfia das ambulâncias. Ou seja, pelo menos em termos de Senado a Paraíba deve continuar sendo notícia em nível nacional, por muito tempo ainda.
Viaduto Sonrisal
A Justiça Federal acatou nova ação civil pública de improbidade administrativa do Ministério Público Federal contra o ex-prefeito e senador eleito Cícero Lucena (PSDB), desta vez por conta de superfaturamento e outras irregularidades na construção do viaduto Sonrisal, em João Pessoa (viaduto da Ceasa ou do Cristo).
O novo processo envolve ainda três ex-secretários de Infra-Estrutura do município (o vereador Potengi Lucena, Evandro Fernandes e Rúbria Beltrão), três ex-diretores da Seinfra, as construtoras Conort e Setor e a Atecel - Associação Técnico-Científica Luiz de Oliveira Júnior, de Campina Grande.
A Justiça já decretou o bloqueio de bens de Cícero e dos demais implicados, de modo a garantir o ressarcimento aos cofres públicos de exatos R$ 1.632.554,69, cifra que corresponde ao superfaturamento da obra.
Escrito por Apolinário Pimentel às 15h49
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