Escrito por Apolinário Pimentel às 10h56
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Campina, grande e única
Campina Grande é realmente uma cidade única no mundo e a prova disso é dada durante os festejos de carnaval, quando milhares de pessoas de todas as partes do Brasil passam três dias e noites e reunidas em nome de Deus, fugindo da folia da carne.
Religiões as mais diversas fazem suas pregações para pessoas de todos as idades e apresentam depoimentos de quem antes só dava valor as coisas do mundo, mas mudaram de vida quando verdadeiramente conheceram a palavra de Deus.
E esta deveria mesmo ser a tônica dos encontros, de um modo geral. Lamentável é, entretanto, que alguns seguimentos religiosos ainda busquem atrair fiéis fazendo críticas e julgando irmãos de outra crença, como aconteceu este ano, quando pastores evangélicos disseram que espíritas não podem ser considerados cristãos.
Opinião
A declaração, além de inapropriada, vai de encontro ao que prega o próprio Deus, que criou o homem à sua imagem e semelhança. Se todos são filhos de Deus e, portanto, irmãos, são todos iguais, apesar de pensamentos diferentes. Se os evangélicos – acusados de literalmente venderem a fé – se baseiam na Bíblia para suas pregações, deveriam saber que ninguém além de Deus tem o poder de julgar, até mesmo para não ser julgado.
Então julgar irmãos de outra crença não seria um pecado? E logo os evangélicos que se autodenominam salvos pecam assim?... Melhor seria que eles se preocupassem em atrair fiéis pregando a palavra de Deus em que acreditam, sem se preocupar com o resto do mundo.
Ainda bem
Comenta-se na cidade de Boqueirão (PB) que o popular que matou dois mototaxistas a tiros de pistola e em seguida se suicidou, era revoltado porque não conseguiu entrar para a Policia Militar.
Desde quando saber atirar, ter um arsenal em casa e matar por revolta de não ter conseguido um ‘emprego’ é requisito para ser policial?
Ainda bem que ele não conseguiu...
Escrito por Apolinário Pimentel às 11h15
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De novo, a polícia
A folia de momo na cidade de Boqueirão (PB) – conhecida pela alegria e pelo banho com a água do açude Epitácio Pessoa, não começou bem este ano. E novamente quem é pago, treinado e preparado para dar segurança ao povo, é tido como responsável pelo início do fim da festa: um policial militar.
Segundo testemunhas, seu nome é Francisco e ele teria atirado na rua e espancado pessoas do sábado para o domingo, quebrando o clima da festa. Uma das vítimas de espancamento foi o responsável pela instalação do som contratado pela Prefeitura Municipal, e dos tiros foi um motoqueiro que levou dois tapas no rosto antes de ser baleado de raspão na cabeça.
Durante uma briga, Francisco já teria chegado atirando e espancando todo mundo, sem nem ao menos tomar conhecimento do que estava acontecendo, nem quem era culpado ou inocente na história. Depois baleou o motoqueiro também sem motivo nenhum.
Já em João Pessoa, durante o desfile de um bloco de carnaval, um policial militar foi preso acusado de estar armado, bêbado e praticando assalto contra adolescentes. O comando da Polícia Militar ainda não se pronunciou sobre os casos.
Fatos como estes só ratificam o medo e a desconfiança que a população afirma ter da polícia.
1.400 assaltos
Um posto na região metropolitana de Belo Horizonte atingiu o recorde de ter sido assaltado 1.400 vezes ao longo de seus 30 anos de existência. Ao todo, o estabelecimento tem uma média de um assalto por semana.
O posto fica na região metropolitana da capital mineira. Já colocou aparatos de segurança como câmeras de vigilância e um cofre chumbado, mas não conseguiu impedir a ação dos ladrões.
Em Campina Grande tem um posto de combustíveis que vai no mesmo caminho. O Posto Universitário, em Bodocongó e que já mudou de nome para UltraGás, é assaltado também praticamente toda semana.
Será que vai bater o recorde de BH?
Escrito por Apolinário Pimentel às 13h14
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