Sequestro de galinhas
É difícil encontrar alguém no Brasil na atualidade - até mesmo uma criança - que já não tenha ouvido falar ou não saiba o que é um sequestro. Mas a Paraíba, pequenina e heróica como sempre, inovou e saiu na frente em nível nacional no sequestro de galinhas.
O fato aconteceu na cidade de Guarabira, onde um comerciante teve oito galinhas roubadas por dois bandidos, que ao invés de matarem as aves e comerem, como ladrões comuns, decidiram pedir resgate para libertá-las. O valor do resgate? R$ 5.
O comerciante marcou encontro com os sequestradores e ia pagar o resgate, mas como eles só levaram três penosas não houve acordo. Ao contrário, houve luta corporal e facadas. A polícia foi acionada e conseguiu prender Duílio e Reginaldo, acusados no sequestro.
Eles foram levados para a delegacia, ouvidos, autuados em flagrante e encaminhados para o presídio. As galinhas foram libertadas e voltaram ao convívio ´familiar´. E o comerciante nem precisou pagar os R$ 5.
Policial cagão e toqueiro
O secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Eitel Santiago, se exaltou ao rebater as críticas feitas ao programa de tendas da Polícia Militar em João Pessoa. Ao defender o projeto, ele chamou o coronel Francisco, principal opositor das tendas, de mentiroso, e disse que os policiais que se queixam do plantão nas tendas são "os que vivem de toco e usam a polícia como bico". Ainda mais exasperado, Eitel negou a necessidade de dotar as barracas de banheiro: "A gente quer um policial ou um cagão?"
O menino e o cabeludo
Acabou em entrevero a audiência entre o governador Cássio Cunha Lima e prefeito Veneziano Vital do Rego, com a ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rouseff, na terça-feira, quando ambos tentavam conseguir recursos para o estado e para Campina Grande, respectivamente.
Diante do impasse pela liberação de R$ 20 milhões entre os gestores públicos, para que fosse realizadas obras de saneamento, a ministra Rouseff suspendeu a liberação dos recursos e disse que quando os dois se entendessem voltassem para receber o dinheiro.
Difícil é acontecer tal entendimento...
Lugar incerto e não sabido
"Deus e eu fechamos um contrato quando eu fui batizado e Deus não respeitou sua parte no acordo", diz o texto do processo. "Ele deveria ter me protegido do mal em vez de dar-me a Satã, que me encorajou a matar".
Mircea ainda pede compensação financeira por todo dinheiro que gastou em velas e serviços da Igreja, que também não o ajudaram. Mas os promoters decidiram largar o caso depois de dois anos. "Não conseguimos encontrar o endereço de Deus. Ele não tem casa", disse um porta-voz.
A culpa é de Cozete
Durante entrevista a imprensa campinense o governador Cássio Cunha Lima (PSDB), responsabilizou a ex-prefeita Cozete Barbosa, pelo caos na máquina administrativa, se isentando assim da confusão administrativa encontrada pelo prefeito Veneziano Vital do Rego (PMDB).
De acordo com o governador, o pouco tempo de Cozete a frente da prefeitura foi o suficiente para desestruturar a administração. Segundo ele seu grupo por vários anos comandou os destinos da cidade, mas que o caos quem gerou foi Cozete.