Até tu, Brito...
O ex-deputado Walter Brito Filho (DEM), atual secretário adjunto de Ação Governamental, disse que foi traído politicamente pelo filho. O vereador campinense Walter Brito Neto, que oficializou a saída do Democratas, fazendo duras críticas à direção estadual da legenda e admitindo inclusive trocar a bancada de oposição pelo bloco governista, o que já aconteceu, já que foi anunciado seu apoio ao prefeito Veneziano Vital do Rego (PMDB).
“Estou sereno e calmo, mas decepcionado com a atitude de meu filho de deixar o Democratas e até o grupo liderado pelo governador Cássio e o deputado Ronaldo Cunha Lima. Peço desculpas aos amigos e aos eleitores por esta atitude política do meu filho. A nossa família não compactua com postura de deslealdade”, comentou o ex-parlamentar.
Há informações de que o vereador Ivan Batista também já mudou de lado e que nos próximos dias o prefeito Veneziano Vital estará recebendo mais adesões no plenário, obtendo assim maioria absoluta na Câmara Municipal de Campina Grande.
Filmagem que nada! O clima de terror que assolou a cidade de Cabaceiras (PB) na última segunda-feira, por ocasião de um assalto contra a agência do Banco do Brasil, acabou caindo no cotidiano popular em forma hilária. Cerca de 12 homens armados invadiram o banco, roubaram meio milhão de Reais, deram mais de 50 tiros na rua e fugiram levando reféns, deixando em pânico os moradores.
Na fuga um deles passou uma banca de frutas, pegou uma penca de bananas e deixou em cima do balcão a quantia de R$ 20 como pagamento.
Depois do susto, os moradores comentam pela cidade que a ação criminosa mais parecia uma cena de filme de faroeste. Por coincidência, Cabaceiras é conhecida no Brasil como Roliúde Nordestina, já que serviu de base para a filmagem de O Auto da Compadecida.
Mas filmagem que nada. O assalto, os bandidos e as balas eram bem reais. Felizmente ninguém morreu nem saiu ferido.
Campina não fica atrás
Os donos de uma boate que funciona no Rio de Janeiro no mesmo prédio que uma igreja evangélica entraram com uma ação na Justiça reclamando do barulho feito pelos fiéis durante os cultos, o que estaria prejudicando os shows da boate, que fica no primeiro andar.
Como Campina não fica atrás, no bairro de José Pinheiro acontece a mesma coisa. Uma igreja evangélica costuma reunir os fiéis na sexta-feira à noite, mas vizinho um grupo de moradores montam um som com axé, fank e samba, e ficam dançando e bebendo simultaneamente.
É literalmente o amor e o pecado convivendo lado a lado.
Escrito por Apolinário Pimentel às 16h49
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